sábado, 30 de abril de 2011

As principais teorias da educação infantil

As principais Teorias da Educação Infantil estão relacionadas ao Construtivismo, à Pedagogia de Freinet e à Pedagogia de Waldorf. Construtivismo quer dizer que a construção do conhecimento é um processo ativo da própria criança. Como base teórica, o construtivismo fundamenta-se nas teorias de Jean Piaget. A figura do professor, não é mais a do sábio que repassa o conhecimento organizado, e sim um orientador que vai conduzir a criança a descobrir seus próprios esquemas mentais. Freinet costuma sair com as crianças para passeios e aprender conceitos sobre o meio ambiente. Através desses conceitos suas aulas eram interdisciplinares. Waldorf dá-se uma importância fundamental a educação no primeiro sentênio, ou seja, dos 0 aos 7 anos de idade, porém, é nesta fase que a criança aprende adequar-se aos apelos do mundo por meio de imitação.

Evolução da educação a distância

Inicialmente na Grécia antiga e depois em Roma, existiam redes de comunicação que permitiam o desenvolvimento significativo da correspondência e, por consequência, a troca de informações. Com a Revolução Científica iniciada no século XVII, as cartas comunicando informações científicas inauguraram uma nova era na arte de ensinar. Um primeiro marco da educação a distância foi o anúncio publicado na Gazeta de Boston em 20 de março de 1728 pelo professor de taquigrafica Cauleb Phillips: "Toda pessoa da região, desejosa de aprender esta arte, pode receber em sua casa várias lições semanalmente e ser perfeitamente instruída, como as pessoas que vivem em Boston." Em 1891, Thomas J. Foster iniciou em Scarton - Pensilvânia o International Correspondence Institute, com um curso sobre medidas de segurança no trabalho de mineração. No final da Primeira Guerra Mundial, o aperfeiçoamento dos serviços de correio, a agilização dos meios de transporte e, sobretudo, o desenvolvimento tecnológico aplicado ao campo da comunicação e da informação influíram decisivamente nos destinos da educação a distância. A partir daí, começou a utilização de um novo meio de comunicação, o rádio, que penetrou também no ensino formal. O rádio alcançou muito sucesso em experiências nacionais e internacionais, tendo sido bastante explorado na América Latina nos programas de educação a distância do Brasil, Colômbia, México, Venezuela, entre outros. Após as décadas de 1960 e 1970, a educação a distância, embora mantendo os materiais escritos como base, passou a incorporar articulada e integradamente o áudio e o videocassete, as transmissões de rádio e televisão, o videotexto, o computador e, mais recentemente, a tecnologia de multimeios, que combina textos, sons, imagens, assim como mecanismos de geração de caminhos alternativos de aprendizagem (hipertextos, diferentes linguagens) e instrumentos para fixação de aprendizagem com feedback imediato (programas tutoriais informatizados).

sábado, 23 de abril de 2011

Educação a distância e suas características

Educação a distância (EaD), por vezes designada erradamente por ensino a distância, é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, assim como, permite também que faça seu auto estudo em tempo distinto. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz. A interligação (conexão) entre professor e aluno se dá por meio de tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet, em especial as hipermídias, mas também podem ser utilizados o correio, rádio, televisão, vídeo, CD-ROM, telefone, fax, celular, iPod, notebook, entre outras tecnologias semelhantes. Na expressão ensino a distância a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). O termo educação é preferido por ser mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja plenamente completa.